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TGA: Dos complexos conceituais às práticas cotidianas.

Publicado por amandabonfimm em Maio 23, 2008

TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO: DOS COMPLEXOS CONCEITUAIS ÀS PRÁTICAS COTIDIANAS.

De intróito, como diz a paráfrase: “Todo barco vai para onde seu comandante desejar”. Isto sintetiza o pensamento epistemológico acerca de Administração de Empresas, confirmando; portanto, que a verdade bem conhecida em nossos tempos: o sucesso de muitas empresas depende, em grande parte, de seu administrador.

Isto significa inferir que, a Administração é o processo de tomar e colocar em prática decisões sobre objetivos e utilização de recursos. Tendo em vista sua primazia de funções, tais quais:

Þ Planejamento – diz respeito às decisões sobre objetivos, ações futuras e recursos necessários para realizar objetivos.

Þ Organização – compreende as decisões sobre a divisão de poder, traduzido em autoridade, tarefas e responsabilidades entre pessoas e na divisão de recursos para realizar as tarefas.

Þ Direção ou coordenação – trata de ativar as pessoas para atingir os objetivos propostos e proporcionar o sentido de missão, na expressão de “Peter Drucker”.

Þ Controle – abrange as decisões sobre a compatibilidade entre objetivos esperados e resultados alcançados.

A administração se caracteriza como uma atividade meio; não é um fim em si mesma. Administrar diz respeito ao desempenho da organização como um todo, em um determinado contexto. Desempenho, por sua vez, está relacionado aos conceitos de eficácia, eficiência e efetividade. Eficácia é a capacidade de realizar objetivos, eficiência é utilizar produtivamente os recursos, efetividade é realizar a coisa certa para transformar a situação existente. Sendo, pois, conceituado por Peter Drucker como: “ Trata-se de uma estrutura de organização coesa com fins pré-estabelecidos”. Já Para Jules Henri Fayol é imprescindível que determinadas funçoes basilares de um administrador devem ser definidas, entre as quais: Planejar, Organizar, Controlar, Coordenar e Comandar, (POCCC).

Em resumo, para que compreeendamos as práticas cotidianas da Administração, é crucial que percebamos, que Liderança é o processo pelo qual um indivíduo influencia outros a realizar os objetivos desejados. Dentro da organização de uma empresa, e que o processo de liderança normalmente tem a forma de um gerente que influencia seus subordinados a realizarem os objetivos pela alta gerência. Existem dois tipos diferentes de liderança em qualquer organização – aqueles que são definidos, ou líderes formais e aqueles que agem como líderes de maneira informal.

Todos esses fatores têm o poder de influenciar o comportamento de liderança e a eficácia de um estilo de liderança. É com base neles que afirmamos que um bom líder incorpora as características apresentada a seguir:

· Administrador – o bom líder não se concentra apenas em manter a equipe no caminho certo. Ele é criativo, compreende os processos, avalia as atividades – para que elas prossigam e se tornem mais eficazes, organiza corretamente os processos etc.

· Estrategista – o bom líder se concentra nas questões relacionadas com a eficácia da equipe e nas questões do cotidiano. Ele planeja metas e define objetivos viáveis, dando o tempo razoável para que ambos sejam alcançados. Ele faz questão de que todos conheçam suas responsabilidades e reserva tempo para que eventuais imprevistos sejam corrigidos. Alem de tudo, o bom líder pensa a longo prazo e planeja o futuro.

· Promotor de mudanças: o bom líder não é rebelde, mas não se contenta em ficar sempre seguindo padrões já estabelecidos. Após conhecer bem tais padrões, ele e sua equipe passam a pensar em como mudar tais padrões para melhorá-los. Ele convence as pessoas a aceitar a mudança mostrando os aspectos positivos da novidade e por mostrar seu próprio envolvimento e entusiasmo.

· Especialista: o bom líder tem conhecimento sólido e atualizado sobre sua área de atuação. Mas, ele também não é “turrão”, indisposto e aceitar idéias e conceitos.

· Pessoal: o bom líder conhece bem cada membro de sua equipe de trabalho e sabe lidar com suas necessidades. Ele tem a certeza que o sucesso sempre depende muito da boa administração do material humano de um determinado projeto, além de promover um ambiente descontraído, aberto igual, fazendo com que os membros da equipe se sintam a vontade para expressar qualquer coisa, inclusive erros.

Então, um administrador deve apresentar certas habilidades e atitudes que discorremos a seguir:

Das Habilidades:

  • Habilidades Técnicas: Saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas. Saber decidir e solucionar problemas.
  • Habilidades Humanas: Saber lidar com pessoas, comunicando-se eficientemente, negociando, conduzindo mudanças, obtendo cooperação e solucionando conflitos.

Das Atitudes:

O dinamismo do administrador deve ter: Proatividade, ousadia, criatividade, cumpridor de promessas, saber utilizar seus princípios, ser cooperativo e ser um bom líder.

As principais virtudes fazem parte da personalidade do grande líder:

· Energia – o bom líder pode investir o máximo de sua capacidade física e mental na busca de objetivos. É uma pessoa que cuida da sua saúde e organiza todas as suas obrigações.

· Autoconfiança – o verdadeiro líder acredita em seu potencial para cumprir todas as tarefas a ele designadas, está disposto a correr riscos e policia seu próprio trabalho (compara resultados, revisa tarefas etc.).

· Administração financeira – um líder precisa saber montar e entender balanços, orçamentos, controle de custos e lucros, saber entender o que os números revelam e que números devem ser alcançados.

· Gerenciamento de pessoas – o verdadeiro líder sabe extrair melhor de sua equipe (este assunto será abrangido em uma aula futura).

· Autodeterminação – o líder de uma equipe tem a real disposição de “vestir a camisa” e fazer tudo dar certo, independente da idéia de seus colaboradores. Pensa no futuro e está disposto a alcançar tal futuro.

· Competitividade – o grande líder quer vencer, sempre, observando o fracasso como um desafio. Aproveita todas as oportunidades para melhorar e observa constantemente lideres vencedores.

Retirado do material de Geimes Raulino.

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Teorias da Administração e Conclusão Geral

Publicado por amandabonfimm em Maio 23, 2008

INTRODUÇÃO

O objetivo deste trabalho é conhecer as teorias da administração, dentro da visão temática de processos administrativos, estudadas nos conceitos fundamentais da administração.

Com base nas pesquisas realizadas sobre as sete teorias propostas, a saber: Teoria da administração científica, teoria clássica, teoria da burocracia, teoria neoclássica, teoria das relações humanas, teoria comportamental e teoria da contingência, abordaremos duas questões fundamentais no estudo da administração moderna das empresas.

Uma questão proposta é o estudo das principais contribuições das teorias referidas na administração moderna das empresas, que serão estudadas no desenvolvimento deste trabalho. A outra questão surge da constatação de que ainda existem empresas que aplicam conceitos antigos por falta de conhecimento e porque não dizer, por falta de uma política empresarial de gestão do conhecimento.

Vamos portanto, dentro das nossas limitações acadêmicas, estudar os conceitos fundamentais de administração, de acordo com essas teorias, para compreender os processos administrativos e exemplificar alguns casos.

1. Teoria da Administração Científica

Um dos maiores expoentes da teoria da administração, conhecida como Administração Científica foi Taylor. Através da leitura de Idalberto Chiavenato, em sua Teoria Geral da Administração, nota-se que Taylor compartilhou com Fayol, criador da teoria clássica, o reconhecimento de serem os fundadores da moderna administração.

Os dois defendiam uma visão mecanicista, de pontos de vista diferentes. Foi exatamente assim, como mostra Chiavenato, o engenheiro americano Taylor enxergava a organização de uma empresa de baixo para cima e o Francês Fayol, de cima para baixo.

A chamada administração científica começou a contribuir realmente com a ciência da administração através de observações empíricas realizadas no período da Revolução Industrial. A administração científica contribuiu bastante com a evolução do estudo dos processos administrativos, partindo da observação de tempos e movimentos necessários para realizar determinados trabalhos de natureza física.

Talvez por isso, e levados pela necessidade de acompanhar a evolução do desenvolvimento industrial crescente, eles não tenham atinado para os aspectos humanos da administração. A “administração científica” alimentou um comportamento mecanicista que perdura até os dias de hoje em muitas organizações.

A interpretação teórica, assim como a denominação teórica dos fatos e situações administrativas são consideradas por alguns como contribuições, apesar de muitas dessas interpretações terem um fundo ideológico e estarem embutidas no conceito do “homo economicus”. Entretanto, o fato concreto de terem tomado a iniciativa de estudar cientificamente a administração, mesmo cometendo muitos erros já foi uma grande contribuição.

ORIGENS DA ORT

Foi nos primórdios da administração científica que surgiu a Organização Racional do Trabalho, ¾ O R T ¾ quando Taylor observou os operários aprendendo uns com os outros através da observação. Descobriu que esse costume natural entre os operários, desenvolvia diferentes métodos de execução da mesma tarefa, variando instrumentos e ferramentas para a mesma operação.

A partir dessas constatações, Taylor criou a Organização Racional do Trabalho, substituindo métodos empíricos e rudimentares por métodos científicos.

FUNDAMENTOS DA ORT

1) Análise dos “tempos e movimentos”;

2) Estudo da fadiga humana;

3) Divisão do trabalho e especialização, reduzindo o trabalho a uma única tarefa, ou a tarefas simples;

4) Desenho de cargos e tarefas;

5) Incentivos salariais e prêmios por produção;

6) “Homo Economicus” (o operário movido por recompensas financeiras);

7) Condições ambientais de trabalho;

8) Padronização de métodos, máquinas e equipamentos;

9) Supervisão funcional (administração funcional): A divisão do trabalho aplicada às chefias.

Destacamos as origens da ORT, porque ela foi um ponto marcante, consolidou e deu uma consistência objetiva aos postulados de Taylor e seus seguidores.

2. Teoria Clássica

Muitas teorias da administração participam da abordagem clássica. Na verdade ela não foi uma criação individual do engenheiro Henri Fayol em 1916. Ele utilizou o modelo da organização militar como exemplo para estruturar suas proposições teóricas. Outros estudiosos de administração também davam ênfase à estrutura das organizações, na formulação de suas teorias, na mesma época.

Muitos autores acusam Fayol de haver compilado alguns fundamentos e princípios descobertos por outros teóricos. A verdade é que ele praticou a “ GESTÃO DO CONHECIMENTO”, sem conhecer esta expressão, porque não era usual no início do século passado. Fayol soube aproveitar um conhecimento que já estava consolidado.

Portanto as funções básicas de uma empresa identificadas por Fayol, são muito parecidas, com denominações dadas por outros autores em seus ensaios e estudos sobre os processos administrativos. Fayol aponta as seguintes funções numa empresa:

- Funções técnicas, relacionadas ao produto/serviço;

- Funções comerciais, relacionadas com a compra/venda;

- Funções financeiras, relacionadas com a gerência de capitais;

- Funções de segurança, relacionadas com a proteção de bens/pessoas;

- Funções contábeis, relacionadas com registros/custos/estatísticas;

- Funções administrativas, funções estas responsáveis pela coordenação das outras funções. Prever, organizar, comandar, coordenar e controlar, são os elementos que constituem o processo administrativo para Fayol. Os processos estão interligados com as funções e pode-se observar este relacionamento em outros autores.

3. Teoria da Burocracia

Todo e qualquer tipo de comunicação deve ser documentado, para que se obtenha o máximo de eficiência. Esta é uma das máximas da teoria da burocracia. Mas esta teoria se esquece de levar em consideração a organização informal e a variação dos sentimentos humanos.

A burocracia traz por seu lado a contribuição para os registros históricos que ficam na memória da empresa, que podem ser utilizados “pela gestão do conhecimento”. Entretanto, por outro lado, em alguns aspectos, esfria o relacionamento humano, trazendo para a área central, para o cérebro da empresa, um comportamento mecanicista, que passa das máquinas dos operários para os papéis dos funcionários administrativos.

A teoria da burocracia contribuiu com a administração moderna das empresas, mas ao mesmo tempo criou mecanismos que emperram a máquina administrativa. Aproveitando-se da fragilidade das Teorias Clássicas como também da falta de consistência das teorias das Relações Humanas, os burocratas conseguiram implantar a teoria da burocracia. Também a parcialidade dos clássicos e a ingenuidade dos teóricos humanistas, estimulou a necessidade de um “modelo racional” envolvendo toda a organização e definindo melhor os modelos de procedimentos administrativos.

Para concluir citamos Max Weber, máximo teórico dos burocratas, que diz: “A economia monetária e a superioridade técnica foram fatores que desenvolveram a burocracia”.

4. Teoria Neoclássica

A teoria Neoclássica representa uma grande contribuição do espírito pragmático dos empresários americanos. A característica principal passa pela forte ênfase nos aspectos práticos aplicados à administração. Pautando pelo pragmatismo, buscam resultados concretos e palpáveis, mesmo assim a teoria neoclássica não se desvencilhou dos conceitos teóricos da administração clássica.

Procurando desenvolver os seus conceitos de forma prática, os autores neoclássicos visam em primeiro lugar a ação executiva. Para eles, a teoria só tem valor quando conseguem operacionalizá-la na prática e por isso quase todos os neoclássicos se referem a essa prática administrativa, ou ação administrativa, mostrando os aspectos instrumentais da administração.

Na verdade, a Teoria Neoclássica é a Teoria clássica renovada, atualizada, corrigida sob a égide das novas teorias e dos problemas administrativos atuais. Os neoclássicos absorvem, aceitam a influência das ciências do comportamento na administração, para ao mesmo tempo reafirmarem os postulados clássicos, com argumentos mais convincentes.

A teoria Neoclássica baseia-se também no princípio de que a administração é uma técnica social básica. Por isso deve-se levar o administrador a conhecer todos os aspectos básicos de sua função, como também devem aprender a dirigir pessoas dentro da organização. Neste aspecto, adiantam-se rudimentarmente aos estudos de Gestão de Pessoas, que atualmente tem sido uma das maiores preocupações dos administradores, ao lado da Gestão do conhecimento.

Outra contribuição da Teoria Neoclássica é a administração por objetivos. Eles acreditam que os meios devem ser utilizados na busca da eficiência. Entretanto, a busca da eficácia para eles está ligada às finalidades, ou resultados finais.

5. Teoria das relações humanas

A Teoria das Relações Humanas foi desenvolvida por cientistas sociais, como um movimento de oposição à Teoria Clássica. Com uma abordagem humanística, a Teoria Administrativa sofreu verdadeira revolução conceitual. A ênfase voltou-se para as pessoas que trabalhavam na organização. Seu surgimento, que começou após a morte de Taylor, a partir da década de 30, foi possível devido ao desenvolvimento da Psicologia, bem como as modificações ocorridas no panorama político e sócio-econômico da época que foi elaborada.

Psicólogos e sociólogos tomam o lugar do engenheiro e do técnico, surgindo então uma nova concepção da natureza do homem. As relações humanas passaram a ser mais valorizadas dentro da empresa, inserindo o conceito do homem social nas decisões administrativas. Neste caso, a organização informal ganha mais importância, porque ela se origina da necessidade do ser humano conviver com os demais indivíduos.

A Teoria das Relações Humanas a partir daí começou a estudar a influência da motivação no comportamento das pessoas. Descobriram que a compreensão da motivação exige o conhecimento das necessidades humanas. Também observaram que “pode-se motivar uma pessoa quando se sabe o que ela necessita e quando uma necessidade de um determinado nível é satisfeita passa-se para o próximo nível da hierarquia”, podendo-se encetar outro ciclo de motivação.

6. Teoria Comportamental

A teoria comportamental segue uma linha humanística e para isto a psicologia organizacional contribuiu decisivamente para o surgimento de uma teoria administrativa mais democrática. Ensinando que o homem deve pensar mais e criar mais, a teoria comportamental propõe o abandono de posições normativas e descritivas e a adoção de uma posição humanística.

A Teoria Comportamental, ou behaviorismo, originou-se exatamente quando surgiu uma reação muito forte dos operários, à maneira deles, e dos trabalhadores intelectuais, atacando, principalmente a Teoria Clássica. O argumento dos behavioristas era que os defensores da teoria clássica eram excessivamente mecanicistas.

Começando com seu principal teórico, Hebert Alexander Simon, a Teoria Comportamental, ou Behaviorista, renovou o foco de interesses dos estudiosos da admininistração . Simon abandonou aquelas posições normativas e prescritivas das teorias Clássica, das Relações Humanas e da Burocracia, abordando a questão com o instrumento ótico, das ciências do comportamento (behavioral sciences approach).

7. Teoria da Contingência

A Teoria da Contingência é circunstancial. Ela prega que o administrador deve respeitar as situações encontradas no ambiente e inserir as decisões administrativas de acordo com as circunstâncias. Para a teoria da contingência os atos administrativos têm uma grande relatividade e não existe uma relação direta de causa e efeito. Com esta concepção, o administrador fica livre para tomar decisões diferentes nas mesmas situações, dependendo das circunstâncias. Pela Teoria da contingência, todas as decisões e processos administrativos dependem da criatividade do administrador, como também de sua sensibilidade humana e do grau de respeito com o meio ambiente.

Conclusão

Para concluir, tentaremos alinhavar de forma objetiva, algumas respostas para as duas questões colocadas no início deste trabalho. De certa forma, os itens citados objetivamente nas respostas abaixo, já foram tratados direta ou indiretamente e nas entrelinhas dos sete capítulos passados.

1) Quais as principais contribuições das teorias estudadas na administração moderna das empresas?

São inúmeras as contribuições das teorias estudadas na administração moderna das empresas. Entre elas poderíamos citar:

Melhoria das condições físicas do trabalho e do trabalhador;

Incentivo salarial e prêmios;

Auto-realização profissional;

Especialização do trabalhador;

Divisão do trabalho;

Disciplina;

Definição e estabelecimento de cargos e tarefas;

Padronização de métodos e equipamentos;

Supervisão funcional.

Além desses itens objetivos, pode-se dizer que atualmente, alguns administradores estão voltando sua atenção para as pessoas que trabalham na empresa, buscando o máximo de eficiência e prosperidade, para patrões e empregados.

2) Você acredita que ainda existem empresas que aplicam conceitos antigos nas empresas? Exemplifique.

Infelizmente ainda existem muitas empresas, que só pensam no lucro a qualquer custo. Além desses administradores serem desprovidos de quaisquer preocupações sociais, ainda tratam os empregados como máquinas.

Exemplo de empresas que empregam conceitos antigos são as fazendas agropecuárias, que nos dias de hoje ainda são flagradas usando trabalho escravo.

Indústrias poluentes que não providenciam nenhuma proteção aos trabalhadores, são outro exemplo, com freqüência denunciado pelos meios de comunicação. Além dos prejuízos ao meio ambiente e aos operários, muitas dessas empresas, como se não bastasse, ainda usam expediente antiéticos para conseguirem a proteção das autoridades.

Bibliografia:

Teoria Geral da Administração – Chiavenato, Idalberto ¾ São Paulo : McGraw-Hill do Brasil, 1979.

U58c Universidade Norte do Paraná. Tecnologia em administração de pequenas e médias empresas: módulo 1. Londrina : UNOPAR: CDI, 2005. 170 p. : il.

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Antropomarketing – Parte I

Publicado por amandabonfimm em Abril 6, 2008

ANTROPOMARKETING

Há dois futuros: O futuro do desejo e o futuro do destino. A razão humana nunca aprendeu a distingui-los. Somos modernos, mas nossas cabeças são pré-históricas. Nossas mentes são na idade da pedra. Somos Flinstones às avessas e nossas escolhas refletem isso.

A verdade é que ninguém – nenhum especialista, nenhum guru – pode prever a dinâmica da adoção de novidades. Pode acontecer rápido, pode acontecer devagar, pode não acontecer. Você tem de apostar o melhor termo para isso é este mesmo: aposta. Só fica óbvio depois de acontecido e analisado. Vejamos: “Observando o que deu certo no passado, concluí que a maioria dos grandes sucessos de marketing só podem ser explicados depois, não foram planejados. Aliás, não poderiam ter sido planejados porque sucesso em marketing depende do cruzamento de muitas variáveis: econômicas, tecnológicas, culturais, demográficas, sociológicas. É esse conjunto de influências que define a ‘cabeça’ de uma época, e, portanto, define se algo vai ser adotado ou não.”

Existir tecnologia disponível para fazer “melhor” velhas tarefas não significa que as pessoas vão desenraizar-se imediatamente de seus velhos hábitos.

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